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Dra. Ana Clara Gonçalves – Psiquiatra em Ribeirão Preto – SP

Tudo sobre o atendimento psiquiátrico

O psiquiatra é o médico especializado em avaliar, diagnosticar e tratar transtornos mentais e emocionais, como ansiedade, depressão e alterações do humor. Em Ribeirão Preto e também através de modalidade online, a Dra. Ana Clara Gonçalves realiza acompanhamento individualizado, combinando acolhimento, escuta ativa, avaliação clínica cuidadosa e planos de tratamento adaptados a cada pessoa.


O que faz um(a) especialista em psiquiatria?

Consulta com psiquiatra

O psiquiatra é o médico que se dedica ao estudo, diagnóstico e tratamento dos transtornos mentais e das condições que afetam o funcionamento emocional, o comportamento e o pensamento. Para chegar à especialidade, cursa a graduação em Medicina e, em seguida, realiza residência médica ou formação específica em Psiquiatria, o que permite compreender tanto os aspectos biológicos quanto os fatores psicológicos e sociais que influenciam a saúde mental.

Por ser médico, o psiquiatra pode avaliar a pessoa de forma ampla, investigando possíveis causas clínicas dos sintomas, solicitando exames quando necessário e, se indicado, prescrevendo tratamento medicamentoso. Seu campo de atuação inclui o acompanhamento de quadros como ansiedade, depressão, transtornos do humor e outras condições que interferem na qualidade de vida.

Diferença entre psiquiatra, psicólogo e neurologista

É comum haver dúvidas sobre esses três profissionais, que muitas vezes atuam de forma complementar:

– Psiquiatra: médico com formação em Psiquiatria (geralmente Residência Médica de 03 anos, após a conclusão da faculdade de Medicina). Realiza diagnóstico de transtornos mentais e pode indicar tratamento medicamentoso e acompanhamento clínico.
– Psicólogo: profissional de Psicologia, não médico, que conduz a psicoterapia e o cuidado por meio de diferentes abordagens de escuta e intervenção terapêutica.
– Neurologista: médico que trata doenças do sistema nervoso com origem estrutural ou neurológica, como epilepsia, cefaleias e doenças neurodegenerativas.

Em muitos casos, o cuidado envolve mais de um profissional, com psiquiatra e psicólogo trabalhando em conjunto para oferecer um acompanhamento mais completo.

Abordagem integrada: avaliação clínica e cuidado contínuo

O trabalho do psiquiatra costuma unir a avaliação clínica detalhada ao acompanhamento ao longo do tempo. Isso significa entender a história de cada pessoa, seus sintomas, contexto de vida e eventuais condições associadas, para então definir, em conjunto, um plano de cuidado individualizado.

Esse acompanhamento contínuo permite ajustar o tratamento conforme a evolução, monitorar a resposta e apoiar a pessoa em diferentes momentos. Na maioria dos casos, há melhora e bom controle dos sintomas, sempre a partir de uma avaliação individual. Este conteúdo tem caráter educativo e não substitui a consulta.

Atendimento com Dra. Ana Clara Gonçalves

A Dra. Ana Clara Gonçalves é médica psiquiatra (CRM SP 216898 RQE 135224), formada pela Faculdade de Medicina Barão de Mauá, em Ribeirão Preto (SP). Concluiu a Residência Médica em Psiquiatria pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP) e possui Título de Especialista em Psiquiatria. Aprofundou sua formação com o curso de manejo psiquiátrico do Transtorno de Personalidade Borderline (GPM), certificado pela Harvard Medical School, aperfeiçoamento em Transtornos do Impulso e Dependências Comportamentais pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPq-USP) e curso em Transtorno Afetivo Bipolar pelo CCM Group, durante o Congress on Brain, Behavior and Emotions 2025. Mantém atualização científica contínua por meio de cursos, congressos e atividades de aperfeiçoamento em Psiquiatria, além de priorizar o vínculo com o paciente, o acolhimento e a escuta ativa durante a consulta.


Quando procurar um(a) psiquiatra

Sinais de alerta emocionais e comportamentais

Muitas pessoas convivem por meses, ou até anos, com sinais de sofrimento psíquico antes de procurar ajuda. Reconhecer esses sinais é um passo importante para buscar avaliação em tempo adequado. Alguns indicadores que merecem atenção:

– Tristeza persistente, sensação de vazio ou desânimo que não passa com o tempo
– Ansiedade excessiva, preocupação constante ou crises de medo intenso
– Alterações importantes no sono, como insônia ou sono em excesso
– Mudanças no apetite e no peso sem causa aparente
– Irritabilidade, oscilações de humor ou dificuldade para controlar impulsos
– Perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas
– Pensamentos repetitivos de desesperança, culpa ou de morte
– Uso de álcool ou outras substâncias como forma de aliviar o mal-estar

Quando esses sintomas se tornam frequentes ou intensos, uma avaliação psiquiátrica pode ajudar a compreender o que está acontecendo e a definir formas de acompanhamento.

Impacto na rotina, no trabalho e nos relacionamentos

Um sinal prático de que é hora de procurar avaliação é quando o sofrimento começa a interferir na vida cotidiana. Dificuldade de concentração no trabalho ou nos estudos, queda no rendimento, faltas recorrentes e conflitos nos relacionamentos podem indicar que algo precisa de atenção.

O afastamento de amigos e familiares, a sensação de não dar conta das tarefas do dia a dia e o abandono de hábitos de autocuidado também são situações relevantes. Quando o mal-estar deixa de ser pontual e passa a limitar a rotina, a avaliação especializada pode contribuir para organizar o cuidado.

A importância de não adiar a avaliação

Adiar a busca por ajuda é comum, muitas vezes por receio de julgamento ou pela expectativa de que os sintomas passem sozinhos. No entanto, a procura por avaliação não significa fraqueza, e sim um cuidado com a própria saúde.

Na maioria dos casos, o acompanhamento adequado favorece o controle dos sintomas e a melhora da qualidade de vida. Em situações de pensamentos de autoagressão ou risco imediato, é importante buscar atendimento com urgência. Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta individual.


Principais condições acompanhadas

Transtornos de ansiedade e depressão

Os transtornos de ansiedade e a depressão estão entre os quadros mais frequentes na prática psiquiátrica. A ansiedade deixa de ser uma reação natural e passa a merecer avaliação quando se torna persistente, desproporcional e começa a interferir no sono, no trabalho, nos estudos e nos relacionamentos. Já a depressão vai além da tristeza passageira: envolve alterações mais duradouras do humor, da energia, do apetite e da forma de pensar sobre si mesmo e sobre a vida.

Entre as manifestações que costumam levar à busca por acompanhamento estão:

– Preocupação excessiva e sensação de tensão constante
– Crises com sintomas físicos, como palpitação, falta de ar e sudorese
– Desânimo, perda de interesse e cansaço persistente
– Alterações de sono e de apetite
– Dificuldade de concentração e sensação de sobrecarga

Esses quadros têm tratamento e, na maioria dos casos, é possível alcançar bom controle dos sintomas com acompanhamento individualizado.

Transtorno afetivo bipolar e alterações do humor

O transtorno afetivo bipolar caracteriza-se por oscilações significativas do humor, com fases de maior agitação e euforia (ou irritabilidade) alternadas com períodos depressivos. Essas variações vão além das mudanças de ânimo do dia a dia e podem afetar decisões, relacionamentos e a rotina. O diagnóstico exige avaliação cuidadosa da história de vida e dos episódios ao longo do tempo, já que outros quadros de humor podem se apresentar de forma parecida. O acompanhamento contínuo ajuda a reconhecer sinais de recaída e a manter maior estabilidade.

TDAH — Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade

O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é uma condição do neurodesenvolvimento que pode persistir na vida adulta. Os sintomas podem envolver desatenção, impulsividade, inquietação e dificuldades de organização, planejamento e gerenciamento do tempo. Em adultos, nem sempre o quadro se manifesta como uma hiperatividade evidente, podendo aparecer principalmente como dificuldade para manter o foco, procrastinação e sensação frequente de estar sobrecarregado.

O diagnóstico de TDAH em adultos exige uma avaliação cuidadosa, incluindo a história dos sintomas desde fases anteriores da vida e a investigação de outras condições que podem causar dificuldades semelhantes, como ansiedade, depressão e alterações do sono. Quando indicado, o tratamento pode envolver medicamentos, psicoterapia e estratégias para organização da rotina.

Transtornos psicóticos

Os transtornos psicóticos são condições que podem provocar alterações importantes na forma como a pessoa percebe, interpreta e organiza a realidade. Entre os sintomas possíveis estão delírios, alucinações, pensamento ou comportamento desorganizado e mudanças significativas no funcionamento habitual.

Um episódio de psicose pode ocorrer em diferentes contextos e não significa, necessariamente, que a pessoa tenha esquizofrenia. Sintomas psicóticos também podem estar relacionados a transtornos do humor, uso de substâncias, medicamentos ou outras condições clínicas, tornando fundamental uma avaliação psiquiátrica detalhada.

O tratamento depende da causa, dos sintomas e da evolução de cada caso. A identificação e o acompanhamento precoces são importantes para reduzir prejuízos e favorecer a recuperação e a estabilidade ao longo do tempo.

Transtornos do impulso e dependências comportamentais

Os transtornos do impulso e as dependências comportamentais envolvem dificuldade em controlar determinados comportamentos, mesmo diante de prejuízos. Podem incluir padrões relacionados a jogo, uso excessivo de internet, compras e outras condutas repetitivas. A avaliação busca compreender os fatores envolvidos e a presença de outros quadros associados, orientando um plano de acompanhamento individualizado. Este conteúdo é educativo e não substitui a consulta.

Como é a consulta psiquiátrica

A primeira consulta e a escuta cuidadosa

A primeira consulta em psiquiatria costuma ser um momento de conversa e escuta, sem pressa. O objetivo é compreender a história de vida da pessoa, as queixas atuais, quando os sintomas começaram e como afetam o dia a dia, o sono, o trabalho, os estudos e os relacionamentos. Também é comum abordar o histórico de saúde geral, uso de medicações, hábitos e antecedentes familiares.

Nesse primeiro contato, a pessoa pode falar sobre o que a levou a buscar ajuda, tirar dúvidas e expor receios. Sempre que possível, informações trazidas por familiares ou exames prévios ajudam a compor um quadro mais completo. Alguns pontos frequentemente avaliados:

– O tempo de evolução e a intensidade dos sintomas
– O impacto na rotina e na qualidade de vida
– Fatores que aliviam ou agravam o quadro
– Condições clínicas associadas que possam influenciar o tratamento

Como é definido o plano de tratamento

Após essa avaliação, discute-se em conjunto um plano de acompanhamento individualizado. Cada pessoa é única, e por isso as condutas variam conforme o diagnóstico, o histórico e as preferências de quem procura atendimento. O plano pode envolver abordagens diferentes, combinadas ou não:

– Orientações sobre a condição e mudanças de hábitos
– Encaminhamento ou articulação com psicoterapia, quando indicado
– Uso de medicação, quando necessário, com explicação sobre objetivos e possíveis efeitos
– Solicitação de exames complementares em situações específicas

A proposta é sempre compartilhada e transparente, respeitando o tempo e as dúvidas de cada paciente. Na maioria dos casos, há melhora ao longo do acompanhamento, mas os resultados dependem da avaliação individual e da continuidade do cuidado.

Acompanhamento e consultas ao longo do tempo

O tratamento em psiquiatria costuma ser um processo, não um evento único. As consultas são únicas, completas e permitem observar a evolução do quadro, ajustar condutas, avaliar a resposta ao tratamento e acolher novas questões que possam surgir. A frequência das consultas varia conforme cada situação, podendo ser mais próxima no início e mais espaçada quando o quadro se estabiliza. Esse seguimento contínuo favorece um cuidado consistente e adaptado às necessidades de cada momento da vida.

Perguntas frequentes

Depressão tem cura?

A depressão tem tratamento e, na maioria dos casos, é possível alcançar bom controle dos sintomas e recuperação da qualidade de vida. A resposta ao tratamento depende da avaliação individual e do acompanhamento contínuo com o médico.

Qual a diferença entre psiquiatra e psicólogo?

O psiquiatra é médico, pode diagnosticar transtornos mentais e, quando indicado, prescrever tratamento medicamentoso. O psicólogo atua com psicoterapia ou avaliação neuropsicológica. Em muitos casos, os dois profissionais trabalham de forma complementar.

Preciso de encaminhamento para consultar um psiquiatra?

Não é necessário encaminhamento para buscar avaliação psiquiátrica. Você pode agendar uma consulta diretamente quando perceber sintomas ou desejar cuidar da sua saúde mental.

Tomar remédio psiquiátrico causa dependência?

Algumas medicações tem maior potencial de abuso do que outras; mas, em sua maioria, não. Cada caso é avaliado individualmente. O tratamento é planejado com critério, considerando benefícios e riscos, e acompanhado ao longo do tempo. Somente o médico, na consulta, pode indicar a conduta mais adequada para você.

Ansiedade tem tratamento?

Sim. Os transtornos de ansiedade têm tratamento e, na maioria dos casos, há melhora significativa dos sintomas com acompanhamento adequado, que pode incluir medidas terapêuticas e, quando indicado, medicação.

Quanto tempo dura o tratamento psiquiátrico?

A duração varia conforme o quadro, a resposta ao tratamento e os objetivos de cada pessoa. Alguns acompanhamentos são mais breves e outros exigem seguimento prolongado. Essa definição é feita de forma individual na consulta.

Saiba Mais

– Conselho Federal de Medicina (CFM) — [LINK: Site CFM]

– Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) — [LINK: Site ABP]

– Associação Médica Brasileira (AMB) — [LINK: Site AMB]

– Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CREMESP) — [LINK: Site CREMESP]

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